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Jornal O Globo
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Um terminal do Aeroporto de Hamburgo, no norte da Alemanha, foi evacuado nesta sexta-feira após um incidente de segurança envolvendo um homem que conseguiu acessar sem autorização uma área restrita. Segundo a Reuters, ele teria pressionado um botão de emergência antes de entrar na zona de segurança do terminal. Pânico no ar: avião com 267 passageiros bate em radar em aeroporto na Turquia; vídeo Veja vídeo: Policiais se disfarçam de mascotes da Copa de 2026 para prender suspeito de tráfico no Peru O episódio ocorreu por volta das 9h45, no horário local, e provocou impacto na operação do aeroporto. Passageiros precisaram deixar a área, e todos estão passando novamente pelos procedimentos de controle de segurança, de acordo com informações do aeroporto e das autoridades locais. Por causa da ocorrência, a administração do aeroporto informou que a programação de voos será afetada ao longo desta sexta-feira, com atrasos e cancelamentos. “Haverá atrasos, alguns deles significativos, ao longo do dia. Também haverá voos cancelados”, disse uma porta-voz do aeroporto, sem confirmar o número de cancelamentos. Dois chineses uigures são condenados à morte por atentado que matou 20 pessoas na Tailândia em 2015 De acordo com um porta-voz da Polícia Federal, o homem que pressionou o botão de emergência provavelmente estava perdido. As autoridades não informaram, até o momento, se ele será responsabilizado pelo incidente.
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Aeroporto evacua terminal após passageiro invadir área restrita na Alemanha; entenda
A Copa do Mundo de 2026 entrou para a história como a primeira edição sediada em três países: Canadá, Estados Unidos e México. O torneio foi iniciado nesta quinta-feira (11), no Estádio Azteca, no México. Leia também: Famosos exibem tendências em último jogo da Seleção no Brasil antes da Copa Entrevista: Nanda Marques comenta a repercussão do seu trabalho em 'Quem ama cuida' e fala sobre saúde mental, exposição e fama Famosos como Anitta, Giovanna Ewbank e Pedro Scooby já chegaram aos Estados Unidos para a competição. Confira, abaixo, outras celebridades que também irão acompanhar a Copa de perto: TV e famosos: se inscreva no canal da coluna Play no WhatsApp Galerias Relacionadas Initial plugin text
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O presidente da Federação Palestina de Futebol, Jibril Rajoub, aguarda na Cidade do México a autorização para entrar nos Estados Unidos e acompanhar a Copa do Mundo de 2026. Ele faz parte de um grupo de dirigentes credenciados para o torneio que tiveram os vistos negados ou ainda não receberam uma resposta das autoridades americanas. Rajoub esteve presente na partida de abertura do Mundial, entre México e África do Sul, na quinta-feira. Apesar do credenciamento concedido pela Fifa, o dirigente palestino ainda não obteve permissão para cruzar a fronteira dos Estados Unidos, um dos três países-sede da competição. — Não acredito que seja justo usar, abusar ou negar o direito de todos os integrantes do futebol mundial de assistir aos jogos — afirmou o veterano político palestino em entrevista à Associated Press. Embora a seleção da Palestina não tenha se classificado para a Copa do Mundo, a Fifa mantém a tradição de convidar os presidentes das federações nacionais para o torneio, apresentado pela entidade como uma celebração da união entre os países. No ano passado, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, garantiu que todos os participantes seriam recebidos pelos países anfitriões. — Todos serão bem-vindos ao Canadá, México e Estados Unidos para a Copa do Mundo da FIFA do ano que vem. É exatamente para isso que estamos trabalhando — declarou. Os Estados Unidos, porém, também barraram ou atrasaram a entrada de outros integrantes do evento, incluindo um árbitro da Somália e um fotógrafo que acompanhava a delegação do Iraque. Nesta semana, Infantino reconheceu os problemas relacionados à emissão de vistos e afirmou que a Fifa tenta atuar para solucionar os casos, mas sem poder interferir nas decisões soberanas do governo americano. — Precisamos respeitar o fato de que não somos os reis do mundo, capazes de governar governos e forças policiais — disse o dirigente.
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Famosos chegam aos Estados Unidos para a Copa do Mundo
Convidado para abertura do Copa nos EUA, presidente da Federação da Palestina ainda não tem visto para entrar no país
Que horas começa a abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá e EUA? Veja horário e onde assistir
A abertura da Copa do Mundo 2026 ganha novos capítulos nesta sexta-feira (12), com eventos exclusivos no Canadá e nos Estados Unidos. Após a estreia oficial no México, as outras duas nações co-sedias realizam suas respectivas cerimônias inaugurais antes de a bola rolar. Confira os horários de Brasília e onde assistir às festividades ao vivo. Copa do Mundo de 2026: veja horários e os jogos desta sexta (12/6) Resultado dos jogos da Copa do Mundo: Veja os placares de Coreia do Sul x Tchéquia e México x África do Sul Que horas é a abertura da Copa do Mundo 2026 hoje? As cerimônias de abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá e EUA acontecem nesta sexta (12), às 14h30 e 20h30, respectivamente Onde assistir à abertura da Copa do Mundo 2026 Cerimônia de Abertura do Canadá (Toronto): Transmissão ao vivo pela CazéTV (YouTube) Cerimônia de Abertura dos Estados Unidos (Los Angeles): Transmissão ao vivo na TV Globo, SBT, SporTV e CazéTV Atrações da abertura da Copa do Mundo 2026 no Canadá A cerimônia em Toronto começa às 14h30 (horário de Brasília) e aposta em um elenco de estrelas locais e nomes internacionais. Os artistas confirmados para o show de abertura no Canadá são: Alanis Morissette Alessia Cara Elyanna Jessie Reyez Michael Bublé Nora Fatehi Sanjoy Vegedream William Prince Quem vai cantar na abertura da Copa do Mundo 2026 nos EUA? O show em Los Angeles está marcado para as 20h30 (horário de Brasília) e a cantora brasileira Anitta é um dos grandes destaques do evento. Confira a lista completa de atrações da abertura nos Estados Unidos: Anitta (Brasil) Katy Perry Future Lisa Rema Tyla Jogos da Copa do Mundo hoje: Horários e onde assistir A bola rola para duas partidas nesta sexta-feira, movimentando os grupos das seleções anfitriãs. O destaque da noite fica para a estreia da seleção americana em Los Angeles, encerrando o segundo dia do Mundial. 16h00 – Canadá x Bósnia e Herzegovina (Grupo B): Transmissão ao vivo pela CazéTV (YouTube) 22h00 – Estados Unidos x Paraguai (Grupo D): Transmissão ao vivo na TV Globo, SBT, SporTV, CazéTV, ge.globo e N Sports Quando serão os jogos do Brasil? Confira a seguir quando o Brasil joga: Brasil x Marrocos (Estreia): 13 de junho (sábado), às 19h – MetLife Stadium (Nova York/Nova Jersey) Brasil x Haiti: 19 de junho (sexta-feira), às 21h30 – Lincoln Financial Field (Filadélfia) Escócia x Brasil: 24 de junho (quarta-feira), às 19h – Hard Rock Stadium (Miami)
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Um avião da Turkish Airlines com 267 passageiros a bordo atingiu uma estrutura metálica de radar no aeroporto de Antalya, na Turquia, destruindo parte de uma das asas e abrindo um buraco na lateral da aeronave. O acidente ocorreu na sexta-feira, após o pouso do Boeing 777-3Q8. Com o impacto, máscaras de oxigênio foram acionadas dentro da cabine e compartimentos superiores se abriram. Imagens registradas após a colisão mostram danos extensos na asa do avião, que ficou parcialmente rasgada. Uma pessoa ficou ferida. *Matéria em atualização
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Uma operação da Polícia Civil do Rio, deflagrada nesta sexta-feira, mira traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) que controlam o Morro de São Carlos, no Estácio, na Zona Norte da capital. A ação visa a desarticular uma estrutura responsável por lavagem dinheiro, extorsão de comerciantes e moradores e expulsão de famílias de residências no entorno da comunidade, além de comércio ilegal de armas. Agentes cumprem 43 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo. Também foi determinado o bloqueio de R$ 60 milhões, além do sequestro de imóveis, veículos de luxo e outros bens e valores usados pelo bando para ocultar seu patrimônio. Caso Henry Borel: Advogada deixa defesa de Monique em meio à disputa judicial sobre perdão concedido pela juíza Tragédia: Menino de 9 anos morre em acidente entre bicicleta elétrica e ônibus a caminho de casa no Complexo do Alemão As investigações Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco/IE) — que está à frente da ação — revelaram que a quadrilha não se limita ao tráfico de drogas e ao controle armado do São Carlos O grupo criminoso implantou um sistema de exploração econômica de que vive próximo ao morro, impondo um ambiente permanente de medo aos comerciantes e moradores por meio de ameaças, extorsões e constrangimentos. De acordo com as apurações da Draco, as vítimas são forçadas a abandonar seus imóveis para que eles sejam transferidos para pessoas ligadas ao tráfico. Esses bens são usados para ampliar o patrimônio dos bandidos e fortalecer a influência do TCP no São Carlos. Salários chegaram a quase R$ 3 milhões em um único mês: Conselheiros do TCE-RJ receberam R$ 11,8 milhões em um ano As investigações revelaram que empresas de fachada são usadas para ocultar e movimentar os recursos ilegais da facção. A estrutura de lavagem de dinheiro é ligada diretamente à cúpula do TCP e funciona como mecanismo para fortalecer o grupo criminoso e sua expansão patrimonial. As provas reunidas pela Draco apontam a atuação dos principais chefes do TCP no esquema. Esses criminosos são responsáveis pela articulação logística com bandidos de Minas Gerais e pela coordenação territorial e a estrutura patrimonial e financeira utilizada para ocultação e reinserção do dinheiro do crime na economia formal. Confira a programação: Anitta, Ludmilla, Marisa Monte e João Gomes estão escalados para os shows da Copa na Zona Sul Venda de armas Além do esquema de lavagem de dinheiro, a investigação identificou uma estrutura destinada à venda de armas, responsável pelo abastecimento de comunidades dominadas pelo TCP. As investigações demonstram que integrantes da organização, além de atuarem como operadores financeiros e gestores patrimoniais, também exerciam funções relacionadas à negociação, intermediação e aquisição clandestina de armamentos. A operação tem apoio de equipes dos departamentos gerais de Polícia Especializada (DGPE), de Polícia da Capital (DGPC), de Polícia da Baixada (DGPB) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Em São Paulo e em Minas, agentes das polícias civis locais foram mobilizados. Initial plugin text
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Avião com 267 passageiros atinge estrutura de radar em aeroporto na Turquia e tem asa destruída
Operação no São Carlos mira traficantes do TCP que extorquem dinheiro de comerciantes e expulsam moradores do entorno do morro
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não estará presente na estreia da seleção americana na Copa do Mundo de 2026. A confirmação foi feita por Andrew Giuliani, diretor-executivo da força-tarefa da Casa Branca para o torneio, nesta sexta-feira, que atribuiu a ausência à intensa agenda presidencial. Os Estados Unidos enfrentam o Paraguai nesta sexta, no SoFi Stadium, em Los Angeles, em uma das partidas mais aguardadas da primeira rodada do Mundial. Apesar da expectativa em torno da presença do chefe de Estado do país anfitrião, Giuliani afirmou que compromissos oficiais impedirão a viagem. — Ele não vai conseguir assistir ao jogo de abertura. Como já dissemos, a agenda dele está apertada. Mas sei que ele estará envolvido durante toda esta Copa do Mundo — declarou Giuliani em entrevista à rádio britânica TalkSport. O dirigente, que coordena a participação do governo americano na organização do torneio, indicou que a ausência não significa distanciamento do evento. Pelo contrário, ele acredita que Trump poderá aparecer em outros momentos da competição. — Conheço o presidente Trump há 30 anos. Uma coisa que aprendi é: espere o inesperado. Não me surpreenderia vê-lo cada vez mais envolvido com a Copa do Mundo ao longo do torneio — afirmou. Embora Trump não esteja presente, o governo americano será representado por integrantes de alto escalão. O secretário de Estado, Marco Rubio, estará no estádio acompanhado pelo secretário de Transportes, Sean Duffy, e pelo secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin. A ausência do presidente chama atenção porque foge a uma tradição observada nas últimas edições da Copa do Mundo. Em 2022, o emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani, acompanhou a estreia do país-sede. Quatro anos antes, o presidente russo Vladimir Putin esteve presente na abertura do torneio em Moscou. No Brasil, em 2014, a então presidente Dilma Rousseff também participou da cerimônia e da partida inaugural. Trump, no entanto, mantém forte ligação com a Copa do Mundo e com a FIFA. O presidente desenvolveu uma relação próxima com o mandatário da entidade, Gianni Infantino, e tem participado ativamente de eventos ligados ao futebol desde o início de seu novo mandato. Nos últimos meses, ele marcou presença em diversos eventos esportivos de grande repercussão nos Estados Unidos, incluindo o Super Bowl, corridas da NASCAR, eventos do UFC, o campeonato universitário de luta livre, partidas das finais da NBA e a final da Copa do Mundo de Clubes. A decisão de não comparecer à estreia dos Estados Unidos também ocorre poucos dias depois de outro caso semelhante envolvendo um país anfitrião. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, optou por não assistir à vitória mexicana sobre a África do Sul no Estádio Azteca. Em vez disso, cedeu seu ingresso oficial a uma jovem vencedora de um concurso nacional promovido pelo governo mexicano.
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Casa Branca confirma ausência de Trump na estreia dos EUA na Copa: 'A agenda dele está apertada'
Djalminha vê Argentina mais forte do que em 2022 e coloca Brasil fora dos principais favoritos: 'Falta um conjunto'
A presença de Djalminha no treinamento da Argentina, em Kansas City, nesta sexta-feira, chamou atenção. O ex-meia da seleção brasileira aproveitou a visita para reencontrar um velho amigo, o técnico Lionel Scaloni, e fez uma análise contundente sobre a Copa do Mundo de 2026: para ele, a Argentina está ainda mais forte do que em 2022, enquanto o Brasil não figura entre os principais favoritos ao título. Djalminha foi recebido com um abraço caloroso de Scaloni logo após entrar no gramado. Os dois construíram uma forte amizade durante os cinco anos em que atuaram juntos pelo Deportivo La Coruña e fizeram parte da histórica equipe que conquistou o Campeonato Espanhol de 2000, único título nacional da história do clube galego. — Ele era muito bom, viu? — brincou Scaloni ao apresentar o antigo companheiro aos jornalistas presentes. O brasileiro retribuiu os elogios e destacou a transformação do ex-lateral em um dos técnicos mais bem-sucedidos do futebol mundial. — Ele é um fenômeno. Conseguiu fazer todos os jogadores entenderem a importância que o Messi tem. Ele criou uma equipe que joga para o Messi — afirmou. Na avaliação de Djalminha, o grande mérito de Scaloni foi transformar uma seleção recheada de talentos individuais em uma equipe sólida e organizada. — Antes, cada jogador jogava o seu próprio futebol. Havia muitos atletas excelentes, mas eles não conseguiam formar um time de verdade. O Scaloni conseguiu isso. Hoje, acredito que a Argentina é mais forte do que há quatro anos — analisou. Mesmo reconhecendo que o favoritismo pode representar uma pressão extra, o ex-jogador considera a equipe argentina uma das principais candidatas ao bicampeonato. — O time está mais maduro. Do meio para frente, vejo muitos jogadores de qualidade, e eles ainda têm o melhor jogador do mundo — disse, em referência a Lionel Messi. Se a avaliação sobre a Argentina foi positiva, o diagnóstico para o Brasil foi bem mais cauteloso. Djalminha acredita que a chegada de Carlo Ancelotti representa um passo importante, mas considera que a seleção ainda está atrás de algumas rivais. — Ancelotti foi uma boa escolha para o Brasil, mas teve pouco tempo de trabalho. Nós não somos favoritos. Temos problemas. Temos tradição e bons jogadores, mas ainda falta um conjunto — afirmou. Na hierarquia traçada pelo ex-meia, o Brasil aparece apenas na quinta posição entre os candidatos ao título. — Se eu tiver que listar favoritos, coloco o Brasil em quinto. Vejo França, Espanha, Argentina e talvez Portugal à frente — declarou. Djalminha também comentou a situação de Neymar, que chegou ao Mundial cercado por dúvidas físicas após mais um período afastado por lesão. — Ele precisa estar bem, porque ainda não está — resumiu. Campeão da Copa América de 1997 com a seleção brasileira, Djalminha aproveitou a conversa para refletir sobre as mudanças no futebol moderno. Conhecido pelo estilo criativo e pelos dribles improváveis, ele acredita que os jogadores atuais têm menos liberdade para improvisar dentro de campo. — O futebol mudou muito. Os jogadores já não têm tanta liberdade — afirmou. Ao ser questionado sobre as críticas que recebia durante a carreira por não contribuir tanto defensivamente, respondeu com uma comparação envolvendo Messi. — Não há problema em correr. Mas o Messi corre atrás de alguém? Os bons jogadores são aqueles que fazem os outros correrem atrás deles — concluiu.
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De volta às novelas em “Coração acelerado” após um hiato de 12 anos, Leandra Leal celebra a possibilidade de interpretar uma personagem completamente diferente dela. A atriz, que é mãe de Damião, de apenas 1 ano, e da pré-adolescente Júlia, de 11 anos, aponta que Zilá mantém uma relação sufocante com a filha, Naiane (Isabelle Drummond), já que projeta nela todas as frustrações e expectativas de um passado difícil, sem dar à jovem ferramentas para lidar com limites. Leia também: André Luiz Frambach participará de novela vertical estrelada por Ana Castela Entrevista: No ar em 'Coração acelerado', Gabz avalia relação com música sertaneja e reflete sobre autoestima e família — A vida da Zilá é muito diferente do momento em que estou vivendo na minha vida pessoal. Não gosto de aproximar estes dois mundos (ficção da realidade) agora. Gosto de sair de casa, fazer algo bem diferente, me divertir com isso e me montar. Quando comecei a novela, meu filho estava com 1 ano e dois meses. Agora é um momento diferente, mas talvez eu não queira falar sobre o que estou vivendo. TV e famosos: se inscreva no canal da coluna Play no WhatsApp A atriz fala da complexidade e a singularidade de cada experiência materna: — A maternidade e o mercado de trabalho são temas que dizem respeito muito à mulher. A novela também trata disso. A maternidade é uma experiência muito de cada dupla: de cada mãe e de cada filho. Existe uma maternidade para cada filho, até com gêmeos pode ser diferente. Com a novela caminhando para a reta final, a atriz diz não enxergar a possibilidade de uma redenção para a vilã: — A personagem tem uma lógica própria, muito amoral, então acho que alguma punição ela deve sofrer. Acho que não vai acabar rica ao lado do Ronei (Thomás Aquino) e com tudo dando certo. Alguma coisa vai acontecer. A produção marcou o reencontro de Leandra com Isabelle. As duas, em parceria com Taís Araújo, protagonizaram a novela "Cheias de charme" (2012) e lançaram músicas como "Vida de empreguete", hit do grupo musical fictício Empreguetes. Antes, as duas já haviam trabalhado juntas no “Sítio do Picapau Amarelo”. Leandra recorda, com admiração, o profissionalismo precoce da colega: — A Belle é uma grande atriz, muito dedicada e trabalhadora. Já tínhamos feito “Sítio do picapau amarelo”. Ela era muito criança, nem se lembra. Houve um atraso nas gravações e ela, muito pequena, virou para mim e disse: "O problema daqui é que eles…". E começou a criticar a produção. Uma menina com 7 anos de idade que fez uma crítica estrutural. Ela cresceu neste lugar, domina como tudo funciona e gosta de trabalhar. Isto não ficou num lugar de deslumbre, ficou num lugar real de amor pelo que faz. Para Leandra, esta dinâmica é um dos maiores trunfos da carreira na televisão. A artista identifica que a conexão com o elenco e os encontros profissionais são determinantes para fazê-la escolher um papel, porém impõe limites claros sobre o teor ideológico dos trabalhos. — Decido fazer um projeto muito pela personagem e por quem vai trabalhar comigo. Agora, nunca faria algo com que não concordo politicamente. Não faria uma figura real que acho duvidosa e que o projeto esteja incensando. Porém, não acho que a arte deve estar sempre atrelada a uma mensagem. Uma obra de arte não muda o mundo diretamente; ela emociona e sensibiliza pessoas, e as pessoas, sim, podem mudar o mundo. Filha dos atores Ângela Leal e Júlio Bras, Leandra se tornou notícia no fim do ano passado ao contar que os pais decidiram tê-la em conjunto, sem formar um casal, e que o pai, já falecido, era homossexual. Ela comenta a repercussão do assunto: — A internet tem ondas de repercussão. Sinceramente, nem acho que teve tanta repercussão assim; acho que foi numa boa. Então, não é uma questão, sabe? É bem tranquilo. Além da televisão, a atriz se prepara para o lançamento de novos projetos no segundo semestre. Em setembro, estreia o longa "Antártida", dos Estúdios Globo, dirigido por Bruno Safadi e estrelado também por Marina Ruy Barbosa, Lázaro Ramos, Antônio Calloni e Andréa Beltrão. O filme foi rodado em um Estúdio de Produção Virtual, usando tecnologia Unreal. — Foi um grande desafio fazer um filme nesse esquema. É muito difícil colocar o frio na cena só a partir do seu corpo, do seu trabalho, dando a informação para o espectador a partir desse ambiente. Foi muito divertido brincar dessa forma. Ela tem ainda projetos como diretora e produtora em sua produtora, a Dasa Filmes. Um deles, em desenvolvimento, é um longa-metragem biográfico sobre a atriz e ativista Bete Mendes, figura central na história cultural e política do país. — A Bete é grande amiga da minha mãe, ouço a história dela desde nova e sempre achei que a vida dela dava um filme. Ela foi muito importante na redemocratização do Brasil. É importante contar histórias de mulheres que ativamente escreveram a história, nesse lugar da arte e do ativismo que me toca muito. Em meio a tantos trabalhos, a atriz ressalta que planejou os últimos anos com foco na primeira infância do caçula. O plano inicial era de dedicação exclusiva, interrompido apenas por convites irrecusáveis de parceiros históricos. — Tinha o ideal de ficar o primeiro ano inteiro com o meu filho. "Emergência radioativa" (série da Netflix) foi a única que furou a fila quando o Damião estava com nove meses, porque era um projeto de dez dias, com o Fernando Coimbra, que é um parceirão. Achei importante trazer essa história real e dar voz às vítimas daquela tragédia. Porém, fiz uma coisa depois da outra de forma planejada, respeitando o tempo necessário para mim e para ele. Após o encerramento de "Coração acelerado", ela comenta que planeja uma pausa: — Assim que acabar, meu plano é ter férias, ficar com a minha família, cuidar dela e, sei lá, fazer ioga. Ter tempo para ficar de boa um pouco. Depois, começar a criar coisas. Sou uma pessoa muito inquieta criativamente. Quero muito fazer teatro também. Desde a pandemia, não faço e estou com muita vontade. Se Deus quiser, poderemos trabalhar e descansar mais com o fim da escala 6x1. Leandra Leal com os filhos Foto: Divulgação @mariliacabralfotografia Veja mais fotos do ensaio de Leandra Leal Initial plugin text SIGA A COLUNA NAS REDES×
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Uma calma tensa tomou conta do Oriente Médio nesta sexta-feira, após dias de ataques trocados por EUA e Irã, com o anúncio do presidente americano, Donald Trump, de que um acordo de paz entre os países está "praticamente em fase final" e pode ser assinado neste fim de semana — com algumas fontes revelando preparativos em curso para uma cerimônia de assinatura. Embora o porta-voz da diplomacia iraniana tenha afirmado nesta sexta que o país "não chegou a uma conclusão" a respeito do acordo, a imprensa estatal do país noticiou que entre os termos em discussão estariam a manutenção da capacidade de enriquecimento de urânio, o controle iraniano sobre Ormuz, o fim da guerra de Israel no Líbano e o descongelamento de ativos financeiros do país no estrangeiro — todas demandas do regime sobre as quais os EUA exigiam concessões, e que dificilmente seriam aceitas sem controvérsia. Entenda o contexto: Trump cancela ataques contra o Irã e anuncia 'grande acordo' para pôr fim à guerra, sem a confirmação de Teerã Tensão entre aliados: Guerra contra o Irã estremece relação entre Trump e Netanyahu e expõe divergências entre EUA e Israel As declarações contraditórias encerraram um dia de grande tensão, com ameaça de ataque massivo contra a nação persa. Embora ambas as partes afirmem que os termos ainda estão em discussão — Trump, por exemplo, admitiu que a questão nuclear com o Irã ainda está sendo discutida do ponto de vista conceitual —, fontes citadas pela imprensa dos dois países delineiam sobre o rumo das negociações. Initial plugin text Uma fonte americana citada pela rede CNN afirmou à emissora que o acordo provisório estenderia o cessar-fogo entre os países e reabriria o Estreito de Ormuz, pavimentando o caminho para discussões posteriores sobre o programa nuclear iraniano. A agência de notícias iraniana Mehr noticiou nesta sexta-feira que o texto do acordo estabeleceria um prazo de 60 dias para negociação de um acordo nuclear que envolva o fim das sanções econômicas americanas ao país. Um esboço do suposto acordo em negociação referido pela agência iraniana cita a liberação de US$ 24 bilhões (cerca de R$ 122,4 bilhões no câmbio atual) em recursos congelados no exterior, além de uma garantia ao controle iraniano de Ormuz — uma condição que a Casa Branca e aliados na região rejeitaram publicamente ao longo da guerra. Em outras ocasiões, Trump afirmou que documentos apresentados pela mídia iraniana não correspondiam aos termos considerados por Washington. O futuro da rota naval é visto como um aspecto central, com a perturbação no mercado internacional de hidrocarbonetos tendo sido uma das maiores consequências do conflito, considerando a pressão sobre o presidente americano. A Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico — agência criada pelo regime iraniano no intuito de supervisionar o tráfego de embarcações — anunciou na quinta que a via marítima ficaria completamente bloqueado até nova ordem, em meio aos embates com os EUA. O comando militar americano nega que a rota esteja fechada, e abateu dois drones iranianos que tentavam atacar navios comerciais no estreito, segundo um alto funcionário americano na noite de quinta-feira. EUA bombardeiam 3º petroleiro no Golfo em meio a troca de ataques com Irã Outro ponto que o Irã alega estar incluído no acordo é um fim total da ofensiva de Israel no Líbano, que o Estado judeu afirma mirar o Hezbollah, grupo aliado de Teerã como parte do "Eixo da Resistência". A demanda tem sido recorrente nas manifestações iranianas, e Trump já se apresentou como mediador para encerrar o conflito anteriormente, incentivando o diálogo entre os governos de Israel e Líbano — embora tenha culpado integralmente o grupo paramilitar pelo insucesso das negociações. A frente libanesa da guerra é um dos exemplos mais claros das divergências entre os aliados Israel e EUA. Militares do Estado judeu lançaram novos ataques contra o sul do Líbano na manhã desta sexta, apesar do andamento das negociações. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu já disse ver a ação contra o Hezbollah como uma questão existencial para Israel e uma medida de "autodefesa", tendo defendido a legitimidade dos ataques em diálogo com Trump. Embora não esteja diretamente envolvido nas negociações, o premier conversou com o presidente americano na quinta-feira, segundo informações divulgadas pelo seu gabinete. O comunicado dizia que o líder israelense "expressou apreço" pelo compromisso de Trump de que um acordo final com o Irã estipulará a remoção do material nuclear iraniano, o desmantelamento da infraestrutura de enriquecimento de urânio, limites à produção de mísseis e a cessação do apoio iraniano a grupos armados na região — termos que não foram citados pelo esboço da imprensa iraniana. Apesar da falta de clareza nos termos, fontes americanas indicaram otimismo com o desfecho positivo das negociações. Funcionários do governo americano ouvidos por veículos como CNN, Axios e Bloomberg afirmaram que estão sendo feitos preparativos para uma cerimônia de assinatura de um memorando em Genebra, na Suíça. Não há confirmação por parte de Teerã. (Com NYT e AFP)
Leandra Leal fala da parceria com Isabelle Drummond em 'Coração acelerado' e de novo filme da Globo
Calma tensa toma região do Golfo enquanto EUA falam em avanços com o Irã e fontes citam preparativos para assinatura de acordo
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