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Nós lutamos para existir. Pessoalmente, não tenho vergonha de lutar para existir. Não estamos fazendo nada de extraordinário em lutar, simplesmente porque não queremos ser escravizados ou exterminados”. — Winnicott de vdd sou tímida, muito tímida
🦋 Dricka 🚩 User: #6,434,937, 29/08/2024









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EXATAMENTE, nosso querido Presidente Lula! 🙏1️⃣3️⃣🚩🚩🚩
"Um ciclo falso e inútil de mentiras": Irã critica os EUA e emite ultimato sobre petróleo
16h
6h
Teerã denuncia Washington por falar em diálogo enquanto realiza bombardeios e semeia a insegurança na região.
rtbrasil.com
"Um ciclo falso e inútil de mentiras": Irã critica os EUA e emite ultimato sobre petróleo
RT Brasil
Adila Dahwache Ferrari
Por que o PIX incomodou gigantes globais e gerou uma disputa silenciosa no mercado?
'Cabo do Medo': Perito em vilões, Javier Bardem nega fascínio ao recriar psicopata icônico de De Niro
Dia dos Namorados nasceu para você comprar mais: conheça a história da data no Brasil
6h
6h
6h
Mais uma vítima do poder paralelo que dominou o Rio de Janeiro. Muita gente não sabe, mas Flávio Bolsonaro queria legalizar as milícias. Isso mesmo! Imaginem esse tipo de pessoa no comando do país. Precisamos espalhar essa informação para ninguém esquecer!
Cortar frutas, dobrar roupas e cozinhar: com câmeras na cabeça, indianos treinam robôs de IA para fazer tarefas domésticas
Javier Bardem estrela a série Cabo do Medo na Apple TV+ e revela os desafios de recriar o vilão Max Cady nesta nova versão produzida por Scorsese e Spielberg.
g1.globo.com
Criada por um publicitário paulistano, a data foi inspirada na véspera de Santo Antônio e transformou os hábitos de consumo dos brasileiros.
g1.globo.com
Cabo do Medo: Como Javier Bardem recriou psicopata de Robert De Niro | G1
Dia dos Namorados nasceu para você comprar mais: conheça a história | G1
"Infantino pediu aos torcedores de futebol que 'fiquem frios e relaxem' na véspera da Copa do Mundo, enquanto a Fifa enfrentava críticas das Nações Unidas em relação às questões de imigração que têm ofuscado a preparação para o torneio. www.theguardian.com/football/202...
23h
Notícias do G1 (Não oficial)
Notícias do G1 (Não oficial)
Notícias do G1 (Não oficial)
6h
Notícia da @folha.com "Bombeiros procuram indígenas desaparecidos após naufrágio no rio Xingu, no Pará" Link sem paywall ⬇️
16h
No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso.
g1.globo.com
Por que o PIX incomodou gigantes globais e gerou uma disputa silenciosa no mercado? | G1
6h
Notícia da @oglobo.globo.com "Ingressos a US$ 10 mil e passagens de trem a US$ 98: Copa de preços exorbitantes afasta torcedores dos estádios" Link sem paywall ⬇️
The Fifa president has defended the organisation’s handling of the World Cup, saying: ‘Screaming and shouting does not find a solution’
www.theguardian.com
Gianni Infantino tells football fans to ‘chill’ in response to Fifa’s critics
6h
Lázaro Rosa 🇧🇷
Notícias do G1 (Não oficial)
Trabalhadores usam celulares, câmeras e sensores de movimento para registrar ações que servirão de base para sistemas de inteligência artificial.
g1.globo.com
Cortar frutas, dobrar roupas e cozinhar: com câmeras na cabeça, indianos treinam robôs de IA para fazer tarefas domésticas | G1
Antonio Luiz M. C. Costa
Notícias Sem Paywall
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Embarcação transportava 26 pessoas da Terra Indígena Kararaô, entre homens, mulheres e crianças
sem-paywall.com
Bombeiros procuram indígenas desaparecidos após naufrágio no rio Xingu, no Pará
O gerente de produtos Caio Vieira, de 32 anos, alimentou por algumas edições o sonho de viajar para assistir à Copa do Mundo. Quando a Fifa definiu que o torneio de 2026 aconteceria principalmente nos EUA, ele combinou com a namorada e um casal de cunhados a viagem passando por quatro cidades. A expectativa era assistir a ao menos uma partida em cada uma. O grupo, então, comprou passagens e reservou hotéis com antecedência para economizar, mas, na hora de garantir os ingressos, veio a surpresa: os valores praticados pela Fifa estavam muito além do orçamento. Em meio à corrida por entradas, cada um deles desembolsou US$ 700 (quase R$ 3,6 mil) para assistir à partida da seleção brasileira contra o Haiti, na Filadélfia, e US$ 465 (R$ 2,4 mil) para acompanhar Noruega x Senegal, em Nova Jersey. Desde então, o grupo continua buscando ingressos a valores menos proibitivos na plataforma oficial de revendas da Fifa. Mas com o orçamento já extrapolado e valores cada vez mais estratosféricos, a viagem para acompanhar o Mundial — com passagens também por Toronto, no Canadá, além de Miami — terá mais cara de turismo tradicional. — Não faltam ingressos. Ainda tem muita coisa disponível na internet. O problema são os preços abusivos praticados pela Fifa e permitidos na plataforma de revenda — critica Caio, que embarca para os EUA na próxima semana. Conheça o 'Palpiteiros': Mais que um bolão, o campeonato de palpites da Copa do Mundo O desafio enfrentado pelo grupo mostra que, na Copa tida como a maior de todos os tempos, os valores que torcedores precisam desembolsar para acompanhar o torneio in loco também são superlativos, e afastam o público. Segundo a Fifa, cerca de 6 milhões de ingressos já foram vendidos. Mas, num reflexo dos preços salgados, a entidade enfrenta sinais de demanda abaixo do esperado em alguns jogos. Dados citados pela imprensa americana mostram que mais de 10 mil entradas ainda estavam disponíveis para o jogo de abertura entre EUA e Paraguai no SoFi Stadium, em Los Angeles. O número representa cerca de 10% da capacidade total. Para esta edição, a Fifa adotou um sistema de preços dinâmicos. O mecanismo levou o ingresso mínimo de jogos muito procurados para a casa dos milhares de dólares, com os melhores lugares ultrapassando US$ 10 mil (R$ 51,4 mil). Esse é o preço cobrado, por exemplo, para a final do torneio, no MetLife Stadium. Para efeitos de comparação, os ingressos mais caros para a partida final da Copa de 1994, também nos EUA, quando o Brasil conquistou o tetracampeonato, eram vendidos por US$ 475. Nem mesmo quando se recompõe a inflação acumulada nestes 32 anos a alta se justifica. Corrigido, o valor alcançaria atuais US$ 1.072, patamar dez vezes menor que os US$ 10 mil cobrados nesta edição. Bola de Cristal aponta caminho do Brasil rumo ao hexa; confira as chances em cada fase da Copa do Mundo A carestia dos bilhetes virou debate político. Procuradores-gerais dos estados de Nova York e Nova Jersey anunciaram uma investigação sobre a venda de ingressos para o torneio, e a deputada democrata Sydney Kamlager-Dove acusou a Fifa de “extorsão”, cobrando explicações do presidente Gianni Infantino. — Cobramos valores abaixo para ligas esportivas americanas. Não temos responsabilidade sobre a revenda — justificou ele em entrevista coletiva. Trem de ida e volta entre a Penn Station, em Nova York, e o MetLife Stadium, em Nova Jersey Bloomberg Outro custo que pesa no bolso dos torcedores é a logística para acompanhar os jogos, distribuídos em 16 cidades nos três países-sede. Com estádios um tanto quanto fora dos centros urbanos, o transporte público é essencial, mas os preços são altos. As passagens de trem entre a ilha de Manhattan e o MetLife Stadium, por exemplo, normalmente custam cerca de US$ 12,90 (R$ 72), mas alcançaram US$ 150 (R$ 840) durante o torneio. Após críticas, os valores foram reduzidos para US$ 98 (R$ 549). Por isso, a seleção da Alemanha decidiu custear a viagem de ônibus de 600 torcedores alemães para a partida contra o Equador no dia 25 de julho, no MetLife Stadium, pela última rodada do Grupo E. Na indústria do turismo, o efeito esperado com o maior evento esportivo do mundo, ainda não aconteceu. Reservas de voos despencaram, assim como as reservas de hotéis, que chegaram a reduzir os preços para tentar atrair os visitantes. Em Nova York, a previsão de receita dos hotéis com o Mundial foi reduzida em 60% com o movimento fraco. A Fifa tinha projetado que 1,2 milhão de torcedores passariam pela cidade, mas a associação do setor acredita que serão apenas meio milhão. "É uma decepção total. Não há outra palavra que se possa usar", disse à agência Reuters Vijay Dandapani, CEO da Associação de Hotéis da Cidade de Nova York. *Com agências internacionais.
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Ingressos a US$ 10 mil e passagens de trem a US$ 98: Copa de preços exorbitantes afasta torcedores dos estádios