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Fonte: saudemental.icict.fiocruz.br
Esse gráfico aponta uma grande vergonha nacional. Enquanto as mort*s autoprovocadas tenderam a cair o mundo, em geral, no Brasil elas só cresceram.
Em vez de políticas públicas, ficamos apostando na proposta furada de pintar o assunto de amarelo e debatê-lo durante somente um mês a cada ano
Notícia da @folha.com
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Só lembrando aqui que o Bolsonaro queria dar a Embraer quase de graça pra Boeing sucatear a levar talentos embora do país...
Marciano Brito
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daqui a pouco tá cantando a internacional
Luís Fernando Tófoli
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Michelle Bolsonaro se afasta de campanha de Flávio e expõe crise na extrema-direita
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Marciano Brito
Filho de um veterano revolucionário, Xi é guiado pelos princípios do marxismo-leninismo e do pensamento de Mao Zedong
A Embraer registrou em 2025 a maior receita da sua história: R$ 41,9 bilhões.✈️
E o BNDES é parceiro estratégico nesta jornada: com R$ 279 milhões via BNDES Mais Inovação, estamos garantindo que a pesquisa e o desenvolvimento de novas aeronaves aconteçam em solo brasileiro. 🇧🇷
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BNDES
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, disse que o Bolsa Família é um “direito adquirido” do povo brasileiro e que é uma “estabilidade para quem já passou fome”, defendeu a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e disse que foi um “erro” a maneira como o governo de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), tratou a imprensa.
— Para mim, a imprensa exerce um papel fundamental. E acho que foi um dos problemas que eu identifico no governo do presidente Bolsonaro, o relacionamento com a imprensa, o preconceito, muitas vezes, de quem estava gerindo o orçamento para a publicidade, com relação a alguns veículos de comunicação. Isso tem que ser mudado radicalmente. É um aprendizado de uma coisa que eu acho que foi feita errada, a gente não precisa repetir o erro — falou no fórum Rumos do Brasil, promovido pela revista Veja nesta segunda-feira (15), em São Paulo.
Em relação ao Bolsa Família, Flávio sugeriu ampliar a regra de proteção para que os beneficiários do programa sigam recebendo o recurso por um tempo mesmo após conseguirem um emprego formal ou depois de terem aberto uma empresa, sem detalhar como isso seria feito. Pela regra atual, quando o beneficiário tem a carteira assinada, por dois anos ele passa a receber 50% dos valores que recebia, desde que a renda por pessoa da família não ultrapasse meio salário mínimo.
— Muita gente tem um preconceito com relação a quem está no Bolsa Família, como se não quisesse trabalhar. É um erro isso. Quase 70% das pessoas que recebem o Bolsa Família trabalham informalmente. E não vão para a formalidade porque têm medo de perder o benefício. A gente tem que entender que o Bolsa Família é estabilidade para quem já passou fome. A pessoa pensa o seguinte: “se eu arrumar um trabalho de carteira assinada e eu perder o Bolsa Família, e se eu perder o meu trabalho, como é que eu vou ficar? Vou voltar para aquela época que eu passava fome, que eu tinha que pedir dinheiro no sinal de trânsito?” — falou.
Flávio disse que vai propor “a criação de um programa para garantir que as pessoas permaneçam ganhando o Bolsa Família em caso de passarem para um emprego formal ou abrirem a sua própria empresa por um período mais longo”.
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O senador ainda defendeu a isenção do IR para quem ganha salários de até R$ 5 mil, uma das vitrines do governo Lula (PT) para a eleição deste ano, mas usou a fala para comparar a gestão atual com a de seu pai.
— Eu sou favorável, era uma promessa de campanha também do presidente Bolsonaro. A única diferença é que, com o Bolsonaro, certamente, você teria uma compensação de abrir mão dessa receita, você teria de onde tirar, sem precisar aumentar ou criar impostos. O atual governo faz o contrário, espola o contribuinte brasileiro com elevadíssima carga tributária para poder cumprir essa promessa de campanha — falou.