A FORÇA DA ECONOMIA SOLIDÁRIA
Participei nesta sexta (12/6), no Pier Mauá, do emocionante Festival da Economia Popular e Solidária. Reencontrei companheiros da fundação Paul Singer e representantes de cooperativas de catadores, pescadores artesanais, artesãos e produtores da agroecologia.
Não basta combater os crimes ambientais. É preciso fortalecer a preservação, a pesquisa, o extrativismo e o ecoturismo. Como criador do Fundo Amazônia, fico muito feliz em ver sua retomada e expansão, unindo proteção ambiental, geração de renda e desenvolvimento sustentável.
FUNDO AMAZÔNIA TEM FORTE EXPANSÃO
É muito positiva a ampliação dos investimentos do Fundo Amazônia, criado em 2008, quando eu era ministro do Meio Ambiente. Com apoio inicial da Noruega, o fundo ajudou a impulsionar a redução do desmatamento e se tornou uma referência mundial.
Depois do debate, visitei as barracas, encontrei amigos, provei alimentos sem agrotóxicos, adquiri artesanato criativo e recebi o carinho de companheiras e companheiros que acompanham nossa trajetória há mais de 20 anos.
Após anos de paralisação, o fundo foi retomado no governo Lula e volta a investir em recuperação de áreas degradadas, restauração florestal, apoio aos povos tradicionais e atividades sustentáveis.
Defendi medidas concretas para fortalecer esses setores, como apoio às cooperativas, contratação de catadores pelas prefeituras, fortalecimento da pesca artesanal e ampliação da compra de produtos da agroecologia para a merenda escolar.
Após anos de mobilização, o presidente Lula assinou a incorporação da área ao parque. É uma alegria ver realizado, 18 anos depois, um sonho construído coletivamente para proteger um patrimônio natural fundamental para o país.