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"A relação entre o Bolsa Família e a queda de homicídios no Brasil"
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"Com 440 jogos nacionais no currículo, Wilton Pereira Sampaio caminha para recorde em Copas"
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"Apesar de prognóstico desfavorável, seleção ainda tem chances na Copa"
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"Dez Brasis para pagar a conta das pautas-bomba do Senado"
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"Irlanda do Norte, que não vai a uma Copa há 40 anos, ainda molda regras do futebol"
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"PEC do Trabalho Flexível merece atenção do Senado"
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"Ponte ferroviária histórica desaparece em Prados (MG) e é achada a 180 km"
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"'Quem ama cuida': Adriana pede a Pedro que se afaste dela. Descubra o motivo"
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"Parlamento japonês propõe mudanças nas regras de sucessão imperial, mas sem permitir que mulheres assumam o trono"
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"Novidades no VAR e regras anticera: veja as principais mudanças de arbitragem nesta Copa do Mundo"
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Goiano será o árbitro da partida de abertura entre México e África do Sul, nesta quinta (11)
O Atlas da Violência 2026 registrou que, em 2024, o país chegou ao menor patamar oficial de homicídios desde 1998. Há explicações conhecidas e apresentadas no documento: mudança demográfica, com o envelhecimento da população; qualificação de políticas locais de segurança pública orientada por resultados; e relativa acomodação da guerra entre as maiores facções. Seria imprudente ignorá-las. Mas seria insuficiente não reconhecer o papel da política social. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Nos próximos capítulos da novela "Quem ama cuida", Adriana (Leticia Colin) terminará seu breve relacionamento com Pedro (Chay Suede).
Mais 'Quem ama cuida': após prisão de Adriana, Pilar expulsa Elisa e Otoniel da casa de Arthur
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Tudo começará depois que a fisioterapeuta for condenada há 12 anos de prisão pela morte de Arthur (Antonio Fagundes). Pedro irá se declarar para Adriana e dirá que não vai desistir dela. Os dois se beijarão, e a moça revelará para o advogado que também o ama.
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Pouco depois, Pilar (Isabel Teixeira) chantageará Adriana. A megera mandará um capanga até a prisão, e ele ameaçará a vida de Pedro caso a fisioterapeuta não se afaste dele. Para salvar o rapaz, Adriana dirá que não o ama mais e terminará o relacionamento.
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Em ano de eleição, uma máxima da política brasileira segue impiedosa: farinha é pouca, meu pirão primeiro. Nos últimos dias, o Senado, tido como “casa da moderação”, pôs para andar diferentes pautas-bomba como se não houvesse amanhã. Os senadores até se esforçam para imprimir caráter republicano às votações, mas a verdade é uma só. A preocupação que os norteia hoje, independentemente da conta bilionária que fica para o país, é a reeleição. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O debate na Câmara sobre o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, ou 6x1, não foi contaminado apenas por interesses eleitoreiros, mas também pelo preconceito injustificável contra os empresários. Nos discursos demagógicos que antecederam a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a escala 6x1 foi comparada à escravidão, enquanto os empreendedores eram tomados por exploradores insensíveis, condenados moralmente apenas por correr o risco de tocar um negócio. É inacreditável que, num país onde vigoram livre mercado e livre-iniciativa, prosperem no Parlamento tais comparações estapafúrdias, demonizando quem gera emprego e responde pelo funcionamento da economia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Estrutura metálica de 20 metros foi construída na Inglaterra e chegou ao Brasil em 1880
É inegável que a seleção brasileira terá de vencer o descrédito nesta Copa do Mundo, a maior já realizada pela Fifa, pela primeira vez com 48 equipes em três países — México, Estados Unidos e Canadá. Em pesquisas recentes, os que confiam na conquista do hexa não passam de 25% (Quaest) ou 29% (Datafolha). Se o Brasil não ganhar, ampliará o jejum de 24 anos, o mais longo ao lado do período de 1970 a 1994. Mas seleções que largaram desacreditadas acabaram driblando a sina para fazer história — o maior exemplo é a formidável equipe de 1970. Enquanto outras são lembradas pelo que poderiam ter feito — como em 1950, 1982, 1998 ou 2014. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O Parlamento do Japão aprovounesta quarta-feira uma proposta com mudanças na Lei da Casa Imperial, que dispõe, dentre outros temas, sobre a sucessão ao Trono do Crisântemo, a mais antiga monarquia contínua do mundo. O texto traz brechas para a ampliação do número de homens aptos a assumir o trono nas próximas décadas, mas evita avançar sobre um tema espinhoso: a inclusão das mulheres na linha sucessória.
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A Casa Imperial tem apenas 16 membros, entre eles o imperador Naruhito, de 66 anos, e as regras em vigor permitem que apenas homens da linha paterna possam ocupar o trono. Com isso, a sucessão conta com três nomes: os príncipes Akishino (irmão do imperador), Hisahito (filho de Akishino e o único da “nova geração”, com 19 anos) e Hitachi, de 90 anos, irmão mais novo do imperador Akihito, que abdicou em 2019. O projeto aprovado pelo Parlamento não altera essa disposição.
— Embora existam diversas opiniões sobre o assunto, conseguimos elaborar a melhor versão — disse o presidente da Câmara Baixa, Eisuke Mori, após a reunião do painel na quarta-feira, acrescentando que o plano deve ser adotado em definitivo até o mês que vem.
A proposta sugere que homens de antigos ramos da família imperial, desde que sejam da linha paterna, poderiam recuperar seu status real. Eles não terão direito de serem considerados à sucessão, mas os legisladores não bateram o martelo sobre os filhos deles, em uma questão que ainda passará por novas análises. Na prática, seria a reversão parcial da retirada do status de 51 homens de 11 ramos da família imperial, adotada em 1947, após a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial.
— O governo levará isso a sério e começará a elaborar o projeto de lei o mais breve possível. Apresentaremos ao presidente e ao vice-presidente [do Parlamento] uma minuta o quanto antes — afirmou a premier Sanae Takaichi, citada pelo jornal Asahi Shimbun.
A primeira-dama Janja, o presidente Lula, o imperador Naruhito e a imperatriz Masako
Ricardo Stuckert / PR
Em um ponto polêmico, os parlamentares propuseram que as mulheres mantenham seus direitos imperiais caso se casem com “plebeus”, revertendo a legislação atual, apesar das críticas de setores conservadores. A medida afetaria as princesas Aiko, filha de Naruhito, e Kako, filha de Akishino, além de mulheres de outros ramos imperiais, mas deixou em aberto o status dos futuros filhos delas. A regra não é retroativa, e não se aplicaria à princesa Mako, que em 2021 se casou com seu antigo colega de faculdade Kei Komuro e perdeu seus direitos junto ao Trono do Crisântemo.
“Considerando que as princesas atuais viveram suas vidas sob o sistema atual, certas considerações devem ser feitas na fase de transição, incluindo o respeito aos seus desejos sobre se querem ou não permanecer na família imperial”, disse a comissão parlamentar que discutiu a reforma, em um comunicado divulgado na segunda-feira.
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A discussão sobre mudanças na Lei da Casa Imperial se arrasta há alguns anos, e envolveu uma opinião pública cada vez mais aberta à ideia de ter uma mulher no trono: a popular princesa Aiko, de 24 anos. Ela é formada em Literatura Japonesa na Universidade Gakushin, em Tóquio, e no ano passado foi ao Laos, em sua primeira viagem internacional representando o pai. Em maio, uma pesquisa do Asahi Shimbun mostrou que 72% dos entrevistados eram favoráveis a Aiko na linha sucessória.
— Se o Japão não mudar o sistema agora, precisará para sempre de um descendente do sexo masculino da linhagem paterna — disse Hideya Kawanishi, professor da Universidade de Nagoya, ao portal Japan Times. — Considerando a pressão que a então princesa herdeira Masako (mãe de Aiko) sofreu [para dar à luz um herdeiro homem], as gerações futuras passarão por algo semelhante, a menos que mudemos o sistema para permitir que herdeiros de ambos os sexos sucedam ao trono.
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No projeto enviado à premier Takaichi, os parlamentares fecharam a porta para a ampliação da linha sucessória às mulheres neste momento. Em março, durante uma sessão no Parlamento, ela disse que “é um fato histórico que houve imperatrizes no passado, e seria desrespeitoso negar esse passado”, mas acredita que uma mudança na regra patriarcal “tornaria a sucessão imperial instável”. Na milenar História japonesa, oito mulheres já ocuparam o trono.
— Há uma sobreposição de bases de apoio entre aqueles que se opõem a imperatrizes governantes e aqueles que se opõem a sobrenomes separados para casais — afirmou Kawanishi ao Japan Times, apontando para a mentalidade sexista local, especialmente entre os conservadores. — Se uma imperatriz fosse permitida, [os conservadores] sabem que isso acabaria levando à permissão de uma linha de sucessão feminina.
No ano passado, ao ser perguntada sobre o tema, a princesa Aiko desconversou.
— Nestas circunstâncias, espero cumprir sinceramente todos os meus deveres oficiais e ajudar o imperador e a imperatriz, bem como os demais membros da família imperial.
A Copa do Mundo de 2026 vai marcar a estreia de novas regras de arbitragem. As mudanças estabelecidas pela Fifa e a International Football Association Board (Ifab - Diretoria da Associação de Futebol Internacional, em tradução livre) visam, especialmente, dar mais velocidade ao jogo, diminuindo o tempo de paralisações, e maiores poderes ao árbitro de vídeo.
As mudanças foram decididas na Assembleia Geral Anual da Ifab, em fevereiro deste ano, e seguirão em vigor depois da Copa.
Mudanças anticera
Baseada na mudança adotada no ano passado para impedir que os goleiros segurem a bola por muito tempo, a contagem regressiva do árbitro será estendida para os arremessos laterais e as cobranças de tiro de meta.
Se a arbitragem entender que um jogador está demorando a cobrar um lateral, ela irá iniciar uma contagem visual de cinco segundos. Se o arremesso não for cobrado até o fim deste tempo, haverá reversão — a posse da bola passará para a equipe adversária.
O tiro de meta seguirá a mesma lógica. Se não for cobrado até o fim dos cinco segundos, será marcado escanteio para o adversário.
Tempo para as substituições
As substituições também passarão a ter uma contagem de tempo. O jogador substituído terá dez segundos para deixar o campo a partir do momento em que a placa indicar a alteração. Se o tempo não for cumprido, o substituto terá que esperar um minuto para entrar em campo. Enquanto isso, seu time ficará com um jogador a menos.
Atendimento médico
Todo jogador de linha que precisar de atendimento médico terá que aguardar pelo menos um minuto fora de campo antes de voltar ao jogo. Enquanto isso, a equipe fica com um a menos. Essa espera só não será necessária se o atendimento for resultado de uma falta na qual o adversário tenha recebido cartão amarelo ou vermelho.
Já no caso dos atendimentos aos goleiros, os jogadores de linha serão proibidos de se aproximar do treinador enquanto a partida estiver paralisada. O objetivo é acabar com as “paradas técnicas” criadas pela cera dos goleiros. No entanto, não há punição prevista para quem descumprir a regra.
Novidades no VAR
O VAR agora poderá revisar e corrigir rapidamente um escanteio marcado de forma errada, sem a necessidade do árbitro de campo consultar o monitor. A regra, porém, não vale em caso de erro de marcação de tiro de meta.
Além disso, o árbitro de vídeo poderá interferir e corrigir expulsões por um segundo cartão amarelo aplicado claramente de forma errada. Antes, eram permitidas as revisões apenas para vermelho direto.
O VAR também poderá corrigir um cartão aplicado para o jogador errado, que não cometeu a infração.
Toque duplo acidental no pênalti
A Ifab aprovou mudanças também para os casos de toques duplos acidentais em cobranças de pênalti, quando a bola sem querer bate nos dois pés do atleta — muitas vezes acontece por conta de um escorregão. Nestes casos, se a bola entrar, a cobrança será repetida. Mas, se não for gol, será marcado tiro livre indireto para o adversário ou constará como pênalti perdido durante as disputas de penalidades.
Jogadores não podem cobrir a boca
Jogadores que cobrirem a boca com a mão, o braço ou a camisa durante uma discussão com um adversário poderão ser punidos com cartão vermelho. A mudança foi adotada após o incidente envolvendo Prestianni, do Benfica, e Vini Jr., do Real Madrid, pela Champions League, em fevereiro, quando o brasileiro disse ter sofrido uma ofensa racista do rival.
Cartões amarelos zerados duas vezes
Diante do aumento do número de jogos na Copa do Mundo, com um jogo de mata-mata a mais, os cartões amarelos serão zerados duas vezes ao longo da competição: ao término da fase de grupos e após as quartas de final. Se um jogador for punido com dois amarelos antes disso, terá que cumprir a suspensão automática na partida seguinte. De acordo com o regulamento anterior, os cartões eram zerados apenas na fase semifinal.
Com as novas regras, a Copa do Mundo terá início com um trio de arbitragem brasileiro nesta quinta-feira, no jogo entre México e África do Sul, às 16h (de Brasília), na Cidade do México. Wilton Pereira Sampaio será o árbitro de campo, auxiliado pelos assistentes Bruno Pires e Bruno Boschilia.