“EUA agem da maneira mais imoral. Essa conduta justifica sua exclusão pela Fifa. Está tudo errado no início desta Copa. Será praticada sob vários atos ilegítimos, contrários aos princípios do esporte, à diplomacia, à inteligência, à paz”, diz Janio de Freitas.
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A tão querida “liberdade de expressão”, da qual minha mãe falava, porém sem entender bem que respeitar a liberdade do próximo muitas vezes limita nossa própria liberdade, está no centro dos debates sobre o que pode ou não acontecer nas redes sociais hoje.
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A Copa começou com festa e protesto na Cidade do México. Como várias anteriores, ela espelha a política. De joelhos ante Trump, a Fifa, que já suspendeu África do Sul, Iugoslávia, Rússia etc, não pune EUA e Israel pelas reincidentes intervenções militares.
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A pedido de Flávio Bolsonaro, e antes do irmão Eduardo, Trump ataca o Pix e o Brasil com mais um tarifaço. Se fosse cidadão norte-americano, o senador '01' seria acusado de um crime cujas penas previstas nos EUA são a morte ou a prisão perpétua.
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Após novos ataques tarifários de Trump, diante da apatia de líderes, a China reage comercialmente, Lula muda de ideia e resolve ir ao G7 contra "desmonte do multilateralismo". Vejam: youtu.be/8TNN6A4ai24
Algumas seleções desta Copa do Mundo estão indissociáveis da política. Ainda há jogadores, treinadores, técnicos e torcedores que não evitam ou não escapam de se expressar politicamente.
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A traição de Flávio e Eduardo Bolsonaro contra o próprio país abre brechas para interferências dos EUA. Segue o embate, Soberania x Vira-latas.
Ou vice-versa.
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Alvo de ataques de Trump dentro do pacote de traições de Flávio e Eduardo Bolsonaro contra o Brasil, o PIX contraria interesses comerciais dos EUA e projeto de serviços das Big Techs.
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“Em relação a gasto público, o mais importante é em que se gasta, qual projeto de país. Mais grave do que gastar muito é gastar mal, sem um projeto”, opina Simone Deos, professora do Instituto de Economia da Unicamp.
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Trump certamente sabe das parcerias de Flávio Bolsonaro com investigados e condenados por ligações com facções e crime organizado. O mesmo senador que pede sanções e intervenções dos EUA com a desculpa de agir contra a criminalidade no Brasil.
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