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A social-democracia pode aceitar o mercado, a disciplina orçamental e a reforma do Estado. O que não pode abandonar sem deixar de ser ela própria é a convicção de que a proteção social decorre da cidadania e não de uma avaliação permanente do merecimento de cada cidadão.
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Paulo Trindade
Entre o universalismo e a condicionalidade existe mais do que uma diferença de políticas. Existe uma diferença de filosofia política. É nessa fronteira que se joga hoje uma parte importante da identidade do PSD e do futuro do Estado social português.
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A discussão sobre o Estado social não se resume ao seu tamanho nem ao volume da despesa pública. A questão decisiva é outra: porque protege o Estado os seus cidadãos? O debate em torno da Prestação So...
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Quando a proteção deixa de ser um direito - Perímetro
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