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Riqueza da terra continua a alimentar a guerra dos homens em Cabo Delgado
Moçambicanos retidos na RCA pedem ajuda depois de terem sido enganados por falso empregador
Irlanda do Norte: Belfast receia nova vaga de violência
Pré-candidatos admitem impugnar candidatura de João Lourenço à presidência do MPLA
África com 10 selecções no Mundial de Futebol 2026
Presidenciais no Perú: disputa renhida entre Sánchez e Fujimori
Insurgentes em Cabo Delgado continuam a ter financiamento próprio
Mozambique Exposed: Retoma do projecto da Total em Cabo Delgado, entre esperanças e frustrações
Novos ataques americanos e iranianos adiam saída do conflito no Médio Oriente
Ordem dos Advogados de Moçambique pede investigação ao assassínio do bispo de Quelimane
No solo de Cabo Delgado repousam algumas das maiores reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos de África. À superfície persistem pobreza, medo e violência. Uma investigação internacional coordenada pela Forbidden Stories revela como a captura das riquezas locais, a falta de transparência e a exclusão das comunidades ajudaram a criar o terreno onde prosperou a insurgência armada que desde 2017 devasta o norte de Moçambique.
No Perú, mais de 27,3 milhões de eleitores votaram, no domingo, para escolher o próximo Presidente da República. Por enquanto, o resultado deste escrutínio continua em aberto, numa altura em que se estão ainda a contabilizar os resultados finais. Para já, o candidato de esquerda, Roberto Sanchéz, mantém uma ligeira vantagem sobre a conservadora Keiko Fujimori.
Ao largo de Cabo Delgado fica a maior jazida de gás do mundo. A respectiva exploração foi retomada em Janeiro pela francesa TotalEnergies, líder de um consؚórcio internacional, após vários anos de suspensão por motivos de segurança. Esta retoma suscita grandes esperanças para as comunidades locais, embora diversos contenciosos não tenham ainda sido resolvidos. Segundo episódio da investigação «Mozambique Exposed» do consórcio coordenado pela Forbidden Stories na qual participou a RFI.
Os Estados Unidos iniciaram ataques de “autodefesa" contra o Irão, esta terça-feira à noite, em resposta ao ataque contra um helicóptero no Estreito de Ormuz atribuído às forças iranianas. Esta quarta-feira, Teerão afirmou que os Estados Unidos prejudicaram os esforços diplomáticos internacionais para negociar uma saída do conflito com estes recentes ataques contra instalações no sul do país.
A Ordem dos Advogados de Moçambique pediu uma investigação “célere, rigorosa e transparente” sobre o assassínio do bispo de Quelimane, Dom Osório Citora Afonso. Entretanto, o Conselho Episcopal de Mocambique anunciou que o funeral eclesiástico oficial é na sexta-feira na paróquia de Nossa Senhora de Livramento, na cidade de Quelimane, e o corpo do bispo Dom Osório Citora segue depois para Nampula, a sua terra-natal, onde será sepultado no sábado.
Pelo menos 14 cidadãos moçambicanos dizem que foram enganados por uma falsa promessa de trabalho para irem para a RDC e que foram levados para a República Centro Africana, onde lhes foi confiscado o passaporte e se encontram actualmente sem condições, nem trabalho. Eles pedem ajuda às autoridades moçambicanas para o seu regresso ao país.
O Campeonato do Mundo de 2026 está a chegar. A RFI analisou as selecções africanas presentes nesta competição entre favoritos e surpresas.
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Em Angola, o anúncio da validação da candidatura do Presidente João para a liderança do MPLA está a ser contestada internamente. Pré-candidatos à presidência do partido no poder admitiram impugnar a candidatura de João Lourenço.
Cabo Delgado é uma das regiões mais ricas de África em gás natural, rubis e minerais estratégicos, mas continua marcada pela pobreza e pela violência. A investigação internacional Mozambique Exposed, coordenada pela Forbidden Stories, revela como a exclusão das comunidades locais, as promessas falhadas dos grandes projectos extractivos e a resposta militar do Estado ajudaram a alimentar a insurgência. O trabalho mostra ainda como os grupos armados encontraram formas próprias de financiamento e continuam a operar em zonas fora do controlo estatal.
Um dia depois dos confrontos violentos que deixaram vários feridos e provocaram danos materiais em Belfast, as autoridades da Irlanda do Norte reforçaram o policiamento e mantêm medidas de precaução perante o risco de novos distúrbios.