um cocainômano que cheira até quase infartar e um executivo implementando uma IA que bota 3 zeros a mais num relatório financeiro são a mesma pessoa, mas uma é tratada como caso de intervenção e a outra como bem-intencionada
se a doença do vício em dinheiro não fosse tratada como um comportamento normal, a adoção irracional de IA já teria sido patologicamente equiparada a literal dano cerebral. tem alcoólatra mundo afora que toma decisões mais racionais que o C-suite médio.
eles deveriam inventar uma faxina que não te dá dor na lombar