//
sign in
Post
by @danabra.mov
PostEmbed
by @danabra.mov
Record
by @jimpick.com
Record
by @atsui.org
+ new component
Post
😆 de novo MODERANDO a narrativa porque tá sendo MODELADO pelas pesquisas 🙄 e ainda o jornalismo profissional comercial de herdeiros insistindo em fazer publicidade di grátis pra extrema direita
20h
Beatriz GUARANI KAIOWÁ
20h
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, disse que o Bolsa Família é um “direito adquirido” do povo brasileiro e que é uma “estabilidade para quem já passou fome”, defendeu a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e disse que foi um “erro” a maneira como o governo de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), tratou a imprensa. — Para mim, a imprensa exerce um papel fundamental. E acho que foi um dos problemas que eu identifico no governo do presidente Bolsonaro, o relacionamento com a imprensa, o preconceito, muitas vezes, de quem estava gerindo o orçamento para a publicidade, com relação a alguns veículos de comunicação. Isso tem que ser mudado radicalmente. É um aprendizado de uma coisa que eu acho que foi feita errada, a gente não precisa repetir o erro — falou no fórum Rumos do Brasil, promovido pela revista Veja nesta segunda-feira (15), em São Paulo. Em relação ao Bolsa Família, Flávio sugeriu ampliar a regra de proteção para que os beneficiários do programa sigam recebendo o recurso por um tempo mesmo após conseguirem um emprego formal ou depois de terem aberto uma empresa, sem detalhar como isso seria feito. Pela regra atual, quando o beneficiário tem a carteira assinada, por dois anos ele passa a receber 50% dos valores que recebia, desde que a renda por pessoa da família não ultrapasse meio salário mínimo. — Muita gente tem um preconceito com relação a quem está no Bolsa Família, como se não quisesse trabalhar. É um erro isso. Quase 70% das pessoas que recebem o Bolsa Família trabalham informalmente. E não vão para a formalidade porque têm medo de perder o benefício. A gente tem que entender que o Bolsa Família é estabilidade para quem já passou fome. A pessoa pensa o seguinte: “se eu arrumar um trabalho de carteira assinada e eu perder o Bolsa Família, e se eu perder o meu trabalho, como é que eu vou ficar? Vou voltar para aquela época que eu passava fome, que eu tinha que pedir dinheiro no sinal de trânsito?” — falou. Flávio disse que vai propor “a criação de um programa para garantir que as pessoas permaneçam ganhando o Bolsa Família em caso de passarem para um emprego formal ou abrirem a sua própria empresa por um período mais longo”. Relação tensa: Após Eduardo sugerir ruptura com o Novo, Zema evita novas críticas a Flávio O senador ainda defendeu a isenção do IR para quem ganha salários de até R$ 5 mil, uma das vitrines do governo Lula (PT) para a eleição deste ano, mas usou a fala para comparar a gestão atual com a de seu pai. — Eu sou favorável, era uma promessa de campanha também do presidente Bolsonaro. A única diferença é que, com o Bolsonaro, certamente, você teria uma compensação de abrir mão dessa receita, você teria de onde tirar, sem precisar aumentar ou criar impostos. O atual governo faz o contrário, espola o contribuinte brasileiro com elevadíssima carga tributária para poder cumprir essa promessa de campanha — falou.
dlvr.it
Flávio defende Bolsa Família, isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil e diz que pai errou na relação com a imprensa
Jornal O Globo