Em “A Cada Um o Seu”, Leonardo Sciascia entrega-se às habituais derivas sobre o que é “o siciliano”, timorato e comodista, mas comicamente sofisticado, discutindo Manzoni ou a escultura dos séculos XV e XVI
Em “A Cada Um o Seu”, Leonardo Sciascia entrega-se às habituais derivas sobre o que é “o siciliano”, timorato e comodista, mas comicamente sofisticado, discutindo Manzoni ou a escultura dos séculos XV e XVI