Escrevi uma crónica de homenagem ao contributo de Marjane Satrapi não só para a banda desenhada, mas como figura de referência que ajudou muitos de nós a escrever sobre a dupla identidade, divididos entre o país natal e o país de acolhimento. Espero que gostem.
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Nos últimos anos, emprestou a sua voz ao movimento pela liberdade das mulheres, na sequência da morte de Mahsa Amini, coordenando a antologia Mulher, Vida, Liberdade