Recomendei guindar os líderes mundiais no Eyjafjallajökull no 2010 e ninguém escuitou.
(o/ele)(he/him)
(Disclaimer: the author seems to be Galician)
TodoMal
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Es minhes mutuals mais acougades.
Hoje não tenho forças para vos explicar os Argathans. Lede este fio como tarefa para a finde. Já tá
Sabedes essas cenas Eduardianas/Regência nas que o interesse amoroso remata caendo numa lagoa para que se lhe enchoupe a camisa e que a protagonista tenha uma revolta nas virilhas?
Pois isso em patético e em chaqueta de chef agora que nos pilhoi a trovoada no médio de recolher o evento.
A vida.
TodoMal
Não.
No estado espanhol a identidade nacional e o "serviço" à mesma está supeditado à ameaça constante de aplicar violência, militar ou não, cara o inimigo interior.
Não há "outra ideia de Espanha", não há versão não-militarista e construída em positivo.
Nunca houve.
Nunca haverá.
POR DEFINIÇÃO.
Outra cousa é que queiras imaginar uma ficção que che permita seguir assumindo o teu papel, o único que tem a "progressia espanhola", de polícia bom (e ridículo, e prescindível) nas dinâmicas sistêmicas deste estado por 200 anos.
Saudai sempre a corvos, pardais, pegas, lavercas, martinhos, picas e picas papudas, círrios, virapedras, cétias, andorinhas, calandrinhas, fulepas, ferreirinhos, pildros, xilgaros, gabeadores, cucos...
As pombas e gaivotas são mais reservadas
Imaginái-me sempre como uma mistura de São Francisco e uma princesinha Disney da época clássica.
Quatro cafés, 5 litros de água, 24000 passos. Não começou o serviço.
Vamo-nos.
Uma cousa consistente em La legge di Lidia Poët é que a protagonista sempre leva alfaias e joias com forma de insetos. Mas este colar de escolopendra é ALUCINANTE: