"então você está me dizendo que o desamparo é a verdade da condição humana diante da impossibilidade da linguagem recobrir o Real e em função disso eu sou onde não penso e penso onde não sou, confrontando diretamente o fundamento cartesiano que embasa a razão ocidental desde o século XVII?"
Gustavo Mano
Danilo começou a falar de psicanálise e Raphinha imediatamente passou a questionar sua alienação ao discurso do Outro. Descobrindo que o Eu não é senhor em sua própria casa, botou a mão na coxa e pediu substituição.