O melhor texto da @newyorker.com é definitivamente do Anthony Lane. Demorei a me acostumar com o estilo, mas é o cara.
Sinto saudades de ler ele sobre cinema. Ao menos, podemos ler ele sobre outros tópicos. Aqui, numa ótima resenha de livros sobre plágio: www.newyorker.com/magazine/202...
From ancient Rome to the era of A.I., people have prized originality, but the line where influence ends and cribbing begins is notoriously blurry.