Entre nuvens, plataformas e fetiches: o mito do tecnofeudalismo
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A notícia sobre o primeiro #trilhionário (inglório, desprezível e rastejante) alimentará as chamas do suposto #tecnofeudalismo como novo modo de produção. Contra delírios, fundamentação:
“Não é neofeudalismo, é hipercapitalismo”
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A pergunta relevante não é, no entanto, quantos dias se trabalha, mas por que a economia nacional continua especializada em commodities e manufaturas de menor complexidade. A jornada é parte do problema, mas a estrutura produtiva é o fundamental.
O objetivo permanece o mesmo de sempre: garantir ou ampliar a *exploração econômica do trabalho* – que não se confunde necessariamente com condições laborais degradantes. O debate sobre a escala 6x1 no Brasil não pode ser separado da questão da produtividade obviamente. A questão é outra. +
Mas é bom que se diga que, do ponto de vista da economia capitalista, a manutenção de escalas de trabalho como a 6x1 não ocorre por amor ao trabalho ou porque, como já foi gravado em algum lugar, “o trabalho dignifica” ou “o trabalho liberta”. +
A discussão sobre jornada de trabalho costuma começar pela moral, pois a moral de um tempo e lugar afeta, claro, aquela discussão. O que seria uma “jornada semanal justa de trabalho”? +
"Aquele que vem do aquém do além", por Elcemir Paço Cunha (@pacocunha.bsky.social) Escala #6x1, #produtividade e #capitalismo brasileiro
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"Aquele que vem do aquém do além", por Elcemir Paço Cunha (@pacocunha.bsky.social) Escala #6x1, #produtividade e #capitalismo brasileiro
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As gigantes da tecnologia que ocupam as posições de comando na economia moderna não inventaram um novo modo de produção — elas são simplesmente aproveitadores capitalistas clássicos.