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jornalista freelancer em Brasília
Rubens Valente









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os Tapayuna são um dos povos indígenas que mais sofreram pelas ações e inações da ditadura militar. Mais de uma centena morreu após um contato que não teve apoio da mais básica estrutura de saúde. Só agora, um pequeno mas importante reconhecimento da Justiça > oglobo.globo.com/google/amp/b...
15h
Rubens Valente
este país nunca viu nada igual. Um candidato à Presidência se alia a uma potência estrangeira para dar “ultimatos” ao seu opositor. Usando, como arma eleitoral, uma coação financeira contra o povo brasileiro - que a própria Suprema Corte dos EUA já declarou como ilegal.
eles vão até uma superpotência para reconhecer sua própria incompetência: o Brasil foi governado pelo seu amado líder, Bolsonaro, durante 4 anos, ele nada mudou essa situação. Exibem a essa superpotência intervencionista a fraqueza do país para defender o próprio território. Eles se dizem patriotas
Os Bolsonaros e seu sistema de apoio, que incluía boa parte das Forças Armadas e das polícias, governaram o país e não resolveram nada sobre as facções criminosas. Agora vão a uma superpotência estrangeira abrir espaço para intervenções de todo tipo. É tb um imenso atestado da própria incompetência.
organizado também pode agradecer: quanto mais dividido um país na hora de enfrentar seus problemas reais, menos chance de uma solução. Quando políticos e autoridades batem cabeça - dissonânci la que o bolsonarismo estimula e aplaude -, quem vence é o crime.
a extrema direita e Trump, ícone do capitalismo, já produziram a pior Copa do Mundo da história em termos de diplomacia. acesso e organização. Mas estufam o peito ao falar em competência. Se valesse a tal “meritocracia”, estavam todos demitidos, como ele fazia no seu programa de TV
na crise da Covid-19, os Bolsonaros estimularam a divisão do país ao jogar a população contra governadores, mídia, ciência, artistas, OMS etc. Agora, sobre o combate às facções, eles voltam a apostar na cisão ao disseminar a ideia de que os EUA têm solução para o problema, mas o governo federal, +
acompanhando na Funai homenagem a Bruno Pereira, Rieli Franciscato, Maxciel Santos e Adonias Jaboti , servidores que dedicaram as vidas aos povos indígenas isolados. Bruno e Maxciel foram assassinados no Vale do Javari em 2022 e 2019 em casos que até o momento não têm desfecho no Judiciário
a mídia, jornalistas, especialistas, acadêmicos, ou seja, todos os “inimigos” de sempre rejeitam essa solução por razões nefastas, quiçá envolvimento direto com o crime. O signo do bolsonarismo é a divisão, o dissenso, a ruptura. Durante a pandemia, o vírus agradeceu e se espalhou. Agora o crime +
ao pedir a uma potência estrangeira que declare facções como terroristas, Flávio Bolsonaro abre espaço para intervenções militares dentro do Brasil, e tb em áreas de fronteira, pois estaria fabricada a ideia de que os EUA podem agir assim, pois “combatem o terrorismo”. Silêncio dos Clubes Militares
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Decisão atende à uma ação promovida pelo MPF que pedia a reparação dos danos causados pela 'remoção forçada do território tradicional e a extinção da antiga Reserva Tapayuna'
oglobo.globo.com
Justiça Federal condena Funai a pagar R$ 10 milhões por danos morais a povo indígena do Mato Grosso | Brasil | O Globo
Rubens Valente
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